LUSA | Recetores de sabor amargo podem aumentar a eficácia do tratamento de tumor cerebral altamente agressivo

Estudo liderado por investigadoras da RISE-Health foi coberto por vários órgãos de comunicação social nacionais. 

Imagem: Agência Lusa

 

O trabalho científico “Bitter Taste Signalling via TAS2R43 Enhances Temozolomide Efficacy in Glioblastoma Cells”, liderado pelas investigadoras Cecília Santos e Ana Raquel Costa esteve hoje em destaque na Agência Lusa, assinalando o Dia Internacional dos Tumores Cerebrais, e foi replicado por vários órgãos de comunicação social nacionais.

O estudo identificou os recetores do sabor amargo como um potencial novo alvo terapêutico no combate ao glioblastoma, um dos tumores cerebrais malignos mais agressivos e de difícil tratamento.

A divulgação pela Agência Lusa resultou na publicação da notícia em diversos meios de comunicação nacionais, entre os quais o Notícias ao Minuto, SIC Notícias, CNN Portugal, SAPO, Jornal da Madeira, DNotícias, Notícias de Coimbra, Saúde+TV e Health News.

A investigação explora o papel inesperado dos recetores associados ao sabor amargo no comportamento das células tumorais, abrindo novas perspetivas para o desenvolvimento de estratégias terapêuticas mais eficazes contra este tipo de cancro cerebral.

A ampla cobertura mediática contribuiu para aproximar a investigação científica da sociedade, reforçando a importância da comunicação de ciência e da divulgação de avanços científicos com potencial impacto clínico.

Órgãos de comunicação social que destacaram o estudo:

A presença do estudo em vários meios nacionais reflete o crescente interesse da sociedade por investigação biomédica inovadora e pelo desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas para tumores cerebrais agressivos.